Avaliação e escolha do fio
Fios lisos atuam sobretudo pelo estímulo de colágeno e melhoram a qualidade da pele; fios farpados sustentam mecanicamente e promovem o reposicionamento. A escolha depende do que se quer tratar.
Os fios de PDO (polidioxanona) são fios bioabsorvíveis utilizados para sustentação e estímulo de colágeno na pele, promovendo efeito de lifting não cirúrgico e melhora da qualidade tecidual com resultados naturais.
Os fios de PDO (polidioxanona) são fios bioabsorvíveis amplamente utilizados na medicina — o mesmo material empregado em suturas cirúrgicas há décadas. Na dermatologia e estética, são inseridos na pele por meio de microagulhas para promover sustentação mecânica e estímulo de neocolagênese, ou seja, a formação de novo colágeno ao redor do fio.
Existem dois tipos principais de fios de PDO: os fios lisos (monofilamentos), que atuam principalmente pelo estímulo de colágeno e são indicados para melhora da qualidade da pele, e os fios farpados (com garras ou espículas), que promovem sustentação mecânica dos tecidos e são indicados para o reposicionamento de estruturas faciais com efeito de lifting.
O mecanismo de ação envolve uma resposta inflamatória controlada ao redor do fio, que estimula os fibroblastos a produzirem novo colágeno. O fio é gradualmente absorvido pelo organismo em um período de 6 a 8 meses, mas o colágeno formado pode manter os resultados por um período mais prolongado, que varia conforme as características individuais de cada paciente.
Os fios de PDO representam uma alternativa não cirúrgica ao lifting facial convencional, sendo indicados para flacidez leve a moderada. O procedimento pode ser associado a bioestimuladores de colágeno e toxina botulínica para resultados mais abrangentes, conforme avaliação médica. O número de fios e o tipo utilizado dependem da região a ser tratada e do grau de flacidez, sendo definidos individualmente pelo médico durante a consulta.
Os fios de PDO agem por dois mecanismos ao mesmo tempo. O primeiro é mecânico: o fio sustenta e reposiciona o tecido. O segundo é biológico: a presença do fio provoca uma resposta inflamatória controlada, que estimula os fibroblastos a produzir colágeno ao redor dele.
O fio é absorvido pelo organismo em 6 a 8 meses — mas o colágeno formado permanece, e é ele que sustenta o resultado depois que o fio já não existe mais.
Fios lisos atuam sobretudo pelo estímulo de colágeno e melhoram a qualidade da pele; fios farpados sustentam mecanicamente e promovem o reposicionamento. A escolha depende do que se quer tratar.
Os fios são introduzidos na pele por microagulhas, em consultório. O material é a polidioxanona, o mesmo empregado em suturas cirúrgicas há décadas.
O efeito de sustentação é percebido logo; o ganho de qualidade da pele se constrói nas semanas seguintes, conforme o colágeno se forma.
Lifting não cirúrgico com estímulo de colágeno
A equipe médica do Instituto RA realiza avaliação individualizada para definir o tipo de fio, a quantidade e os pontos de inserção mais adequados para cada paciente. A técnica pode ser combinada com bioestimuladores e toxina botulínica em protocolos de rejuvenescimento completo.
Fios de polidioxanona — material absorvível igual ao de suturas cirúrgicas. Criam lifting mecânico imediato e estimulam colágeno. Absorvidos em 6 a 12 meses, mas o colágeno gerado persiste.
Anestésico local é aplicado antes. Pode haver desconforto durante a inserção e sensibilidade por alguns dias. Inchaço e hematoma leve são normais e passam em dias.
De 1 a 2 anos conforme o tipo de fio e a resposta individual. A manutenção com novas sessões pode prolongar os resultados.
Indicado para quem apresenta flacidez leve a moderada e busca uma alternativa sem cirurgia. O dermatologista avalia a indicação na consulta.
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